Bolo cremoso de milho verde

 

 

Não deixe de experimentar essa delícia.

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• Ingredientes

1 lata de Leite condensado light
4 unidades de Ovos
1 colher (sopa) de Creme vegetal sem sal
1 lata de Milho verde enlatado
1 pacote de Coco ralado
1 colher (sopa) de Fermento em pó químico
Canela em pó a gosto

 

• Modo de preparo

Bata no liquidificador o leite condensado, os ovos, o creme vegetal, o milho verde escorrido e o coco ralado. Acrescente o fermento em pó e misture bem. Coloque em fôrma untada e enfarinhada e leve ao forno médio, pré-aquecido por cerca de 40 minutos. Depois de assado, polvilhe canela.

• Informações sobre a receita:

Rendimento: 12 porções
Pontos por porção: 6 pontos
Nível de dificuldade: Fácil
Tempo de preparo: 50 minutos

Água de coco com frutas e hortelã

Água de coco com frutas e hortelã

○ Ingredientes:

• 2 unidades médias de Kiwi
• 2 fatias médias de Melão
• 400 ml de Água de coco verde
• Hortelã a gosto

○ Modo de preparo:

Corte o kiwi e o melão em pedaços.
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata até desmanchar as frutas.
Decore com hortelã e se desejar, sirva com pedras de gelo enformadas com água de coco.

Informações sobre a receita

Rendimento da receita: 4 copos
Pontos por copo: 1 pontoDS
Nível de dificuldade da receita: Fácil

Zumba!

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Tire as suas dúvida sobre essa modalidade

Perguntas e Respostas!

1) É necessário algum equipamento especial para fazer as aulas de zumba?

Como a aula funciona?

Não é necessário nenhum equipamento para esse tipo de aula, apenas um espaço adequado para o movimento e uma boa música latina, afinal ela foi criada por um coreógrafo da cantora Colombiana Shakira. Embora a aula também conta com ritmos internacionais.  Sua duração é de 45 minutos em média, e mistura uma série de ritmos como Hip Hop, Rap, Salsa, Danças Africanas e vai até a Dança do Ventre

2) As coreografias são fáceis ou muito elaboradas? Uma pessoa que não

costuma dançar ou praticar ginástica pode fazer sem problemas?

As coreografias são fáceis sim, agora como toda aula em grupo algumas dificuldades individuais podem ser encontradas, mas nada que algumas aulas não te deixem com uma ginga melhor e tudo vai ficando mais fácil, afinal é só praticar. Qualquer pessoa pode fazer, apenas um cuidado para quem está com sobrepeso, por ser uma aula com deslocamentos o impacto sobre os joelhos são maiores, alguns relatos com relação a isso estão surgindo.

3) Zumba ajuda a emagrecer? Quantas calorias são queimadas por aula?

A Zumba pode ajudar no emagrecimento, mas o ideal é aliar a algum exercício de fortalecimento muscular até mesmo para proteger seus joelhos. Embora as calorias sejam individuais e dependentes de alguns fatores como peso, quantidade de massa muscular e gordura uma aula pode fornecer em torno de 500 calorias.

4) Os resultados são percebidos em quanto tempo?

Os resultados são dependentes da frequência do praticante, da sua disciplina com a modalidade, mas falando de uma maneira geral no primeiro mês já é possível notar sua roupa mais ¨larguinha¨ e sua disposição melhorada.

 

5) Zumba pode ajudar na agilidade e propriocepção? Por quê?

Pode sim, pois durante a aula existem movimentos de deslocamentos laterais, movimentos para frente e para trás, giros o que contribui para a agilidade e até mesmo a propriocepção

6) O equilíbrio também é beneficiado com as aulas? Por quê?

Com certeza, por conta dos movimentos que citei na resposta anterior, contribuindo muito no trabalho e melhora do equilíbrio até mesmo para a sua rotina diária, evitando possíveis quedas. Você fica literalmente mais equilibrado.

7) Quais os músculos mais tonificados com as aulas de zumba?

O corpo todo é trabalhado de uma maneira geral, mas os dos membros inferiores como as pernas, panturrilhas e até mesmo o glúteo são mais solicitados.

 

Juliana Massi Campanholo

CERF: 024704

 

Páscoa: Aprenda a fazer boas compras

1915

A Páscoa possui diversos significados, que podem variar de acordo com a religião, mas em geral, a celebração envolve a alimentação e com isso os exageros são comuns.
Veja abaixo alguns itens que estão em sua lista de compras para a Páscoa e faça as melhores escolhas:
Chocolate: é difícil falar em Páscoa e não pensar no chocolate. Apesar de ser considerado um grande vilão, o doce pode estar presente na dieta, desde que o consumo seja moderado.  Dê preferência ao chocolate amargo ou meio amargo, pois a maior concentração de cacau garante a oferta de antioxidantes que proporcionam benefícios à saúde cardiovascular. Evite chocolate ao leite ou branco, e principalmente os ovos com castanhas, avelãs, crocantes e recheados com trufas. Lembre-se que quanto mais incrementado for o chocolate, maior será o valor calórico.
Colomba pascoal: outra tradição da Páscoa e que costuma lotar os carrinhos de supermercado é a colomba pascoal, mas cuidado: o alimento é calórico e por isso o consumo deve ser limitado. A receita é muito parecida com a do panetone, porém, conta com cobertura de açúcar e castanha de caju, agregando maior valor calórico ao bolo. Se não resistir, troque a versão de chocolate pela versão com frutas secas, mas mesmo assim, limite o consumo a uma fatia.
Peixes: esse é um alimento que não pode faltar na sexta-feira Santa. Normalmente, a escolha é o bacalhau, que é rico em vitaminas A, E e D, além de alguns minerais como ferro, magnésio e fósforo. Também é fonte de gorduras boas – ômega 3 e 6, importante aliado do sistema imunológico e atua na prevenção de doenças cardiovasculares. Se optar pelo bacalhau seco, cuidado no modo de preparo! Faça o dessalgue corretamente, diminuindo a quantidade de sódio da preparação.
Vinho: o almoço de Páscoa geralmente é acompanhado por um bom vinho. Se esse é o seu caso, dê preferência ao vinho tinto, pois contêm antioxidantes, tem ação anti-inflamatória, além de prevenir doenças cardiovasculares. Porém, o consumo deve ser feito de forma moderada, já que as bebidas alcoólicas em geral, apresentam alto valor calórico.
Conhecendo um pouco mais sobre esses alimentos, você já pode fazer às compras para a Páscoa de maneira mais consciente, evitando exageros para não sair da dieta.

 

Bruno Machado
Nutricionista do Dieta e Saúde
CRN3: 35680/P

O que fazer com o chocolate que sobrou da Páscoa?

1917

A época do ano mais temida para quem está de dieta já acabou, no entanto, aquele monte de chocolates que ganhamos é uma verdadeira tentação. Se você ainda não sabe o que vai fazer com todo o chocolate que sobrou, veja abaixo algumas dicas aliadas do seu emagrecimento.

Distribua os chocolates

A melhor alternativa para se livrar das tentações é distribuir os chocolates entre os amigos, família, entre o pessoal do escritório ou até mesmo para o porteiro do prédio. Assim, você também distribui as calorias que iria consumir.

Nada de exageros

Consuma pequenas quantidades. Um pedaço pequeno é mais do que suficiente para matar a vontade do dia sem prejudicar a dieta. Mais que isso você pode colocar sua dieta em risco. Por isso, moderação.

Na hora certa

Nada de ficar beliscando o chocolate que sobrou. Disciplina é a palavra chave para eliminação de peso. Para ajudar a se regrar, que tal determinar um horário do dia para se deliciar com um pedaço pequeno do chocolate?

Deixe o chocolate guardado

Para evitar a tentação, deixe o chocolate guardado e fora do seu campo de visão. Assim ele não será a sua primeira alternativa quando a vontade de comer ou a fome aparecer. Além disso, evite levar o chocolate para o trabalho. Com o estresse do dia a dia, facilmente você ficará beliscando.
Chocolate quente

O frio está chegando e você pode aproveitar para se deliciar com um chocolate bem quentinho. No lugar do achocolatado em pó, que tal usar o chocolate do ovo de Páscoa derretido?

 

Só mais um pedacinho

Não caia na armadilha que só um pedacinho não faz mal. Lembre-se sempre que de pedacinho em pedacinho, você pode comer, rapidamente, meio ovo ou até mais e,  assim, prejudicar o seu emagrecimento.

 

Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3: 35001/P

Aproveite a Páscoa sem exageros

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Para os chocólatras assumidos, a Páscoa pode ser uma excelente oportunidade para deixar a reeducação alimentar de lado e extrapolar no consumo de chocolates.

Pensando nisso e para evitar prováveis arrependimentos, preparei 10 dicas que irão te ajudar aproveitar esse momento sem culpa. Confira:

1. Não é porque a Páscoa acontece apenas uma vez por ano que podemos aproveitar e comer 1 kg de chocolate em um único dia. Vocês já parou para contar quantas datas comemorativas regadas a muitas comidas nós temos por ano? Se abrirmos exceção para cada uma dessas datas, no final do ano teremos estourado e muito nossa pontuação.

2. Avise aos seus familiares e amigos que você está limitando a ingestão de doces, e por isso, prefere não ganhar ovos de páscoa ou se eles fazem questão em lhe dar, que seja um bem pequeno e dos mais simples.

3. Já que comer chocolates será inevitável prefira os sem recheios, já que quanto mais complementos, mais calórico ficará. Evite os trufados, com nozes, avelãs…

4. Quanto maior a concentração de cacau, melhor o chocolate, já que a quantidade de antioxidantes será maior. Os antioxidantes agem neutralizando os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, além de auxiliar no controle dos níveis de colesterol sanguíneo. Mas lembre-se, para obter esses benefícios não é necessário exagero, um pedaço de 15 gramas já garante muitos benefícios!

5. Que tal aderir a Páscoa solidária? Escolha a instituição de caridade de sua preferência e faça doações dos ovos recebidos. Essa atitude irá colaborar para não aumentar seu peso além de proporcionar alegrias às crianças que receberão essa doação.

6. Para não exceder o consumo diário de doces,  quebre seu ovo em pequenos pedaços de 15 a 30 gramas, embrulhe individualmente e consuma apenas um por dia, adequando com sua pontuação diária.

7. Chocolate diet, amigo ou vilão? Vejo muitas pessoas que dizem ?Ah, é chocolate diet, então está liberado?. Engana-se quem pensa dessa forma. O chocolate diet foi formulado para diabéticos, que precisam limitar a ingestão de açúcar. Nesse tipo de chocolate, o açúcar foi substituído pelo adoçante, mas para manter a textura e sabor, foram acrescidas gorduras, ou seja, o chocolate diet torna-se tão calórico quanto o chocolate tradicional.

8. O chocolate branco é produzido com manteiga de cacau, sendo a versão mais calórica dos chocolates. Além do mais, é o que apresenta menores quantidades de antioxidantes.

9. Se o seu problema não é com chocolate, mas sim com as famosas Colombas Pascoais, cuidado! Esse bolinho inofensivo é tão calórico quanto o chocolate, por isso, compre uma e divida com toda a família. Uma fatia da colomba de frutas tem aproximadamente 276 calorias e 10 gramas de gordura!

10. Não conseguiu se controlar e exagerou? Nada de aderir a dietas radicais! Retome seu programa alimentar normalmente e pratique atividades físicas para aumentar seu gasto energético e assim, minimizar o estrago.

Publicado em 04/04/2012

Gabriela Mendes Taveiros
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3 32089

Carnaval: whisky ou água de coco?

É Carnaval! Nada como se divertir pra valer, comer e beber muito! E daí vem o dia de se pesar e bate aquele desânimo…. Pra ajudar você a fazer as melhores escolhas e manter o equilíbrio entre folia e alimentação, preparamos algumas dicas do que beber durante a festa.

Modere nas bebidas alcoólicas: escolha um tipo de bebida e tome uma ou duas doses. Quando se trata de controlar calorias e o peso, o álcool pode realmente ser um grande inimigo. As bebidas alcoólicas podem ser muito ricas em calorias e facilmente levar ao ganho de peso.

Saiba diferenciar as bebidas : saber as diferenças entre bebidas alcoólicas também é importante para não errar na hora da escolha. Chope, cerveja e saquê, por exemplo, são obtidos a partir da fermentação de açúcares. Da destilação dos fermentados, surgem bebidas com maior porcentagem de álcool, como aguardente, whisky, gim, vodka e outras. Estas últimas, por terem mais álcool possuem mais calorias que as primeiras.

Fique de olho no rótulo: Para evitar a ressaca e os quilinhos extras, fique de olho no teor alcoólico presente no rótulo de cada bebida: quanto maior o teor alcoólico maior a quantidade de calorias, afinal, cada grama de álcool possui 7 calorias. Além disso, consulte no diário do DS a pontuação das bebidas e faça a melhor escolha para sua dieta.

Calorias vazias: Obviamente, se a perda de peso é seu objetivo, então consumir bebidas alcoólicas pode dificultar atingir os seus resultados. Por quê? Ao contrário da proteínas, gorduras e carboidratos, o álcool é composto exclusivamente de calorias vazias, sem valor nutricional. Como resultado, é o primeiro combustível a ser utilizado, colocando o processo de queima de gordura em segundo plano.

Exageros e desidratação: as bebidas alcoólicas, principalmente a cerveja, são potencialmente diuréticas, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si e podem provocar desidratação. O ideal é intercalar o consumo de bebidas alcoólicas com bebidas não alcoólicas (água, suco de frutas, água de coco) e evitar os exageros.

Beba água sempre! E vale lembrar que, como o carnaval acontece junto à estação mais quente do ano, para prevenir a desidratação causada pelo excesso de transpiração e consumo de bebidas alcoólicas, é necessário a ingestão de no mínimo dois litros de líquidos por dia. Consuma muita água, sucos naturais de frutas ou até mesmo água de coco. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois, além de hidratar, fornecem carboidrato que repõe a energia gasta, além de vitaminas e minerais para o corpo.

E aí, já escolheu o que vai beber neste Carnaval? ;)

Bruna Pinheiro
Nutricionista do Dieta e Saúde
CRN3 35001

Natal com mais sabor e menos pontos!

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Veja como tornar sua ceia mais nutritiva sem abrir mão das delícias

Você pode tornar o cardápio do Natal no seu aliado na perda de peso. Parece impossível? Não se as escolhas foram feitas de maneira sensata. E não pense que pratos mais saudáveis são, necessariamente, sem graça. Dá uma olhadinha e veja como tudo pode ficar uma delícia!

  1. Acerte nas carnes

As que têm mais ?cara? de Natal são o peru e o tender. O pernil também pode fazer parte da festa, mas nada de exageros. Caso haja mais que uma opção de carne, opte apenas por uma. E lembre-se: independentemente da sua escolha, deixe sempre a pele de lado. Ainda que seja a parte mais saborosa,  também é a mais rica em gordura.

  1. Oleaginosas, sim!

Além de características dessa época do ano, também são ótimas fontes de gorduras boas, vitaminas e minerais, que irão proteger o seu coração. Em contrapartida, são alimentos calóricos. Por isso, evite servi-las como aperitivos. Uma dica é utilizá-las com o arroz ou a salada, deixando as preparações diferentes e mais saborosas.

  1. E a farofa?

Para ser um acompanhamento saudável para a sua ceia, evite preparações com bacon, calabresa, ovos fritos e embutidos como o presunto. Use a criatividade e invista em damasco, ameixa, uva-passa e até castanhas. Outra ideia é acrescentar vegetais como cenoura ralada, abobrinha e couve, que deixam sua receita leve e colorida.

  1. Saladas e mais saladas!

São as melhores opções de entrada para qualquer refeição, em qualquer época do ano! Ricas em vitaminas, minerais e fibras, dão sensação de saciedade, evitando exageros durante a noite. Monte sua mesa com no mínimo três opções diferentes e evite servi-las com molhos à base de maionese ou creme de leite, dando preferência para os feitos com iogurte desnatado.

  1. Sobremesas magrinhas

Frutas frescas como melão, melancia, uva, kiwi, morango, cereja e ameixa fornecem poucas calorias e diversos nutrientes. Mas maneire nas versões secas e cristalizadas, que contêm o dobro de calorias. Pensando nos doces, o ideal é preparar uma única opção de sobremesa, evitando, assim, os exageros.

  1. Os brindes da noite

Aproveite o calor da época para preparar sucos refrescantes e diferentes. Uma ideia é fazer coquetéis de frutas sem álcool e até um ponche de frutas. Na hora do brinde, que tal trocar o champanhe por vinho tinto gelado, cheio de antioxidantes? E lembre-se: moderação é sinônimo de sucesso, por isso, limite-se a apenas uma taça.

 

Bruna Pinheiro

Nutricionista Dieta e Saúde

CRN3: 35001

Boa relação entre mãe e filho reduz risco de obesidade na adolescência

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Falta de sensibilidade materna dobra o risco da doença

A qualidade do relacionamento entre a mãe e o seu pequeno pode afetar a probabilidade de a criança desenvolver obesidade durante a adolescência, sugere novo estudo realizado pela Ohio State University (Estados Unidos). Os resultados aparecem no periódico Pediatrics.

Para chegar à conclusão, os estudiosos analisaram dados de 997 participantes do Study of Early Child Care and Youth Development, um projeto do Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development. A amostra inclui diversas famílias, cujas crianças nasceram em 1991.

Observadores treinados avaliaram o apego da criança à mãe e a sensibilidade materna, documentando as interações entre mãe e filho em três épocas: quando os pequenos tinham 15, 24 e 36 meses de idade. Para medir a sensibilidade materna, as mães foram instruídas a brincarem com seus filhos, enquanto os pesquisadores pontuavam vários aspectos do comportamento da mãe, o que inclui apoio e respeito pela autonomia da criança, assim como sinais de intromissão e hostilidade.

Os investigadores também avaliaram a segurança na relação de crianças de 15 e 36 meses com a mãe, monitorando os momentos de separação e reencontro com suas mães. Aos 24 meses de idade, os pesquisadores avaliaram essa segurança observando o relacionamento em casa.

A sensibilidade maternal se refere à habilidade da mãe em reconhecer o estado emocional de sua criança e responder com conforto, consistência e carinho. Psicólogos descrevem uma criança com ligações seguras com sua mãe como aquelas que têm nos pais uma espécie de “porto seguro”, o que permite que os pequenos explorem os ambientes de forma livre, se adaptem às pessoas facilmente e sejam confortadas em situações de estresse. Crianças de um a três anos que possuem ligações inseguras tendem a ter experiências negativas com seus pais e podem responder ao estresse com raiva extrema, ansiedade e evitar ou recusar interação com outras pessoas.

Índice de qualidade mãe-filho
Usando estes fatores – sensibilidade materna e segurança na ligação da criança com sua mãe – os pesquisadores desenvolveram um índice de qualidade de relação mãe-filho, que variava de zero a seis e servia para medir a experiência de relacionamento dos pequenos: cada ponto refletia uma amostra de ligação insegura da criança ou baixa sensibilidade da mãe. Uma pontuação igual ou maior a três indicava um relacionamento de qualidade pobre.

Depois, os pesquisadores calcularam o índice de massa corpórea (IMC) da criança usando seu peso e altura em idade próxima aos 15 anos. O IMC foi convertido em percentuais por idade e sexo, com base na tabela de crescimento desenvolvida pelo Centers for Disease Control and Prevention. De acordo com essas diretrizes, a criança foi considerada obesa se o percentual foi equivalente ou maior a 95 nessa tabela.

Ao todo, 241 crianças (ou 24,7%) foram classificadas como portadoras de um relacionamento pobre com suas mães durante a infância. Entre elas, a prevalência de obesidade na adolescência foi de 26,1%. A ocorrência de obesidade foi menor entre aqueles que mantiveram boas relações: 15,5%, 12,1% e 13% entre mães e filhos com pontuação de dois, um e zero, respectivamente. Desse modo, os pequenos que tiveram relacionamentos de baixa qualidade com suas mães logo no começo da vida eram quase duas vezes e meia mais propensos à obesidade quando adolescentes do que aquelas crianças que mantiveram relacionamentos melhores com suas mães.

Para os pesquisadores, a associação entre as experiências durante a infância e a obesidade na adolescência tem origem no cérebro. O sistema límbico do cérebro controla a resposta ao estresse, assim como o ciclo sono-vigília, fome e sede e mais uma variedade de processos metabólicos, principalmente por meio da regulação hormonal. Eles acreditam que pais sensíveis criam um vínculo afetivo saudável com seus pequenos, melhorando a resposta ao estresse. Essa resposta bem regulada pode interferir na forma como a criança dorme e se ela come em resposta à angústia emocional – e esses são dois dos fatores que influenciam a probabilidade de obesidade.

A obesidade pode ser uma manifestação de irregularidades no funcionamento do sistema de resposta ao estresse. Os pais ajudam a criança a desenvolver a habilidade de responder de maneira saudável ao sentimento, protegendo o seu pequeno de níveis extremos de estresse.

Pais omissos geram crescimento da obesidade infantil
Falta pulso firme aos pais na hora de controlar a dieta dos filhos. A conclusão é de um estudo, realizado na Escola de Medicina de Harvard (EUA), a respeito do crescimento dos casos de obesidade infantil. Após acompanhar a rotina de 440 pais de crianças com sobrepeso ,os médicos descobriram que o problema, na maioria das vezes, não está na falta de informação: os adultos sabem o que prejudica a saúde dos filhos, mas sentem-se inseguros em proibir os maus hábitos.

Os pais foram estimulados a vetar a televisão na hora das refeições, reduzir o consumo de fast-food, cortar os refrigerantes, obrigar a prática de exercícios físicos e aumentar o número de refeições feitas. Mas nem sempre as mudanças aconteceram: muitos adultos sentiam-se castigando as crianças ao assumir algumas das medidas as limitações quanto ao uso da televisão e as refeições em família foram as regras mais desrespeitadas. O grupo incluía pais de crianças com idades entre dois e doze anos.

“As crianças aprendem muito com os exemplos. Se os pais proíbem as refeições em frente da televisão, mas fazem lanches na cama, perdem a autoridade”, afirma a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella. “Para manter a saúde e o peso ideal, a rotina de toda a família precisa ser saudável. Sem diferenças, fica mais fácil manter a linha: se ninguém em casa toma refrigerante, por exemplo, a tentação some da geladeira”

O estudo também identificou que os adultos que se mantinham no peso ideal mostraram-se mais à vontade para impor as proibições às crianças ao contrário dos pais obesos, mais relutantes em manter as restrições. A autoconfiança também se apresentou diretamente proporcional ao nível de estudo dos pais: aqueles com graduação superior mantiveram-se mais firmes.

8 lições para acabar com o pensamento gordo

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Escape das vontades súbitas que surgem com o início da dieta

É só decidir encarar a dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural, segundo a responsável pela equipe nutricional do Dieta e Saúde, Roberta Stella. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e quantidade de pontos fornecida, exemplifica a especialista.

O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.

Roberta afirma que nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.

Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas da nutricionista que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.

1. Mude seus conceitos: não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo, ressalta a especialista do Dieta e Saúde. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.

2. Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme, enumera Roberta. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos, completa.

3. Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco, brinca a nutricionista. A solução apontada por ela é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.

4. Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta; dá a alternativa, Roberta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.

5. Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta ideia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes, alerta a especialista.

6. Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa, aconselha a nutricionista do Dieta e Saúde.

7. Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Segundo Roberta, nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.

8. Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a ideia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguirem o cardápio programado. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer , conta Roberta. Ela explica que, optando por alimentos mais saudáveis e com menor pontuação, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes.

Roberta Stella
Nutricionista
CRN3 9788